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sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Cavaleiros do Zodíaco - A lenda do Santuário



A criança da segunda série do ensino fundamental cresceu, e 20 anos depois vai ao cinema assistir seu antigo vício: CAVALEIROS DO ZODÍACO. Uma das sagas do desenho, a saga do Santuário, foi adaptada aos cinemas em computação gráfica.

A criança e o adulto sabiam que seria impossível retratar todos aqueles episódios em um filme de uma hora e meia, mas mesmo assim ambos estavam animados.

O visual novo das armaduras não caiu tanto no gosto da criança de 1994, mas o adulto de 2014 compreendeu e gostou da remodelagem. Ver seus personagens na telona foi bem emocionante, mas toda a expectativa foi se perdendo no decorrer do filme.

A criança se perguntava: "cadê meus personagens?" Sei que são eles, mas estão bem diferentes... O adulto lembrou logo de Sora, do jogo Kingdom Hearts, ao ver Seiya, tanto pelo design quanto pela personalidade. E isso gerou um mantra no adulto: "eles estão tentando dialogar com a atual geração". Ambos não gostaram do fato de não tem uma única gota de sangue sendo derramada.

A história se passa tão rápida, que não sei se ficou claro para quem não conhecia o desenho original. E quem conhecia se incomodou com alguns cortes e com a forma que alguns personagens foram retratados. Cadê as épicas lutas contra o Máscara da Morte, contra o cavaleiro de Capricórnio, que emocionaram tanto a criança, e faz o adulto lembrá-las com nostalgia? A aparição do Máscara da Morte foi o ponto em que a criança e o adulto desistiram de vez do filme, não havia mais mantra que convencesse o contrário.

O filme só é salvo pelo visual, e pela dublagem feita pela mesma equipe do desenho original. O resto é resto.

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